quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Serviços de urbanização estão adiantados no bairro Fé em Deus

Bairro recebeu os serviços de terraplanagem
Os moradores que residem no bairro Fé em Deus, área Norte do município de Santana, têm muito oque comemorar com os serviços de terraplanagem e urbanização viária das travessas existentes no bairro. 

Segundo os responsáveis pelos trabalhos, desde o início da semana (dia 22) que tratores e escavadeiras estão executando a limpeza e o alinhamento das vias, seguindo cautelosamente as condições apresentadas pelos moradores através de reivindicações populares. 

“Ao todo serão 11 trechos (de ruas e travessas) que estarão sendo trabalhado pelas máquinas, até agora já concluímos os serviços em quase 30% do planejamento”, explicou Ribamar Santos, encarregado à frente dos trabalhos. 

De acordo com Ribamar a colocação de manilhas (tubos de concreto) estão incluídos no Plano Urbano que vem sendo desenvolvido no bairro. 

“Como o bairro tem muitos trechos com ‘ondulações’ e ruas mal-niveladas, as manilhas servirão de boa durante o escoamento da água da chuva e de outros dejetos (como esgotos sanitários)”, detalhou o encarregado. 

Asfaltamento
O próximo passo após a conclusão dos serviços de aterramento e terraplanagem das vias, está a etapa de asfaltamento, que estima-se que deva ocorrer nos próximos dias. 

“Estamos agilizando os serviços de terraplanagem para entregarmos essa etapa antes do final de semana, para assim começar o quanto antes a etapa de asfaltamento das ruas do bairro”, enfatizou Ribamar. 

Criado em meados de 2008, o bairro possui atualmente cerca de 7 mil famílias, onde o acesso ao bairro é feito por somente uma entrada (a Rua Brasil). 

Para o autônomo Francisco Seixas, que reside com sua família no bairro há seis anos, os serviços chegaram em boa hora. 

“Isso nos deixa mais tranquilo por morarmos num bairro distante de vários benefícios, mas sabemos que essa ainda é uma parte de muita que vai ser feito por aqui”, reconhece o autônomo. 

Entre outros melhoramentos sociais que o bairro recebe periodicamente, já está previsto a construção de uma escola municipal ainda esse ano para a comunidade. 

Ascom/Prefeitura de Santana

A 1ª Fábrica sofisticada de Cavacos da América Latina

Inauguração da Fábrica de Cavacos em 1992
Através da Resolução n. 025/86 do dia 25 de fevereiro de 1986, a Empresa Brasileira de Portos (Portobrás) autorizou a construção e exploração de um atracadouro privativo pela Amapá Florestal e Celulose S/A (Amcel), em Porto de Santana. 

O objetivo seria sua exportação direta do produto extraído da região florestal do Amapá, evitando assim, sua dependência por parte de outras empresas que também utilizavam de cais. 

A partir de 1991, a Companhia começaria os estudos de viabilidade de exportação de insumo básico para fabricação de celulose. O interesse parte após um intenso levantamento realizado pela empresa que fornecia diariamente madeira para a Companhia Florestal de Monte Dourado S/A desde 1988. 

Em 20 de fevereiro de 1992, a Amcel assinaria um contrato com a Companhia Docas do Pará (CDP) para utilizar o porto viário de Santana durante os primeiros 10 (dez) anos. O contrato começa a ter validade a partir do dia 1º de março do corrente ano. 

De imediato, iniciaram-se as obras civis para a instalação de uma moderna fábrica de cavacos naquele porto, onde houve a montagem de uma corrêia transportadora e um carregador de navios com altura de 23 metros no referido ancoradouro. 

O investimento inicial para implantação dessa fábrica custou um montante de 18 milhões de dólares, sendo que a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) contribuiu com empréstimos no valor de quatro milhões de dólares. 

Na manhã do dia 22 de setembro de 1992, a Amcel começava a fazer os primeiros testes operacionais em sua mais moderna Fábrica de Cavacos, na cidade de Santana. 

Solenidade do 1º embarque de cavaco de Santana
Em 17 de dezembro de 1992, com a presença de diversas autoridades políticas e sociais, ocorre a inauguração oficial da fábrica de cavacos de madeira da Amcel, com tecnologia pioneira em toda a América Latina. 

Com esse fato, os cavacos de pinus destinam-se exclusivamente à exportação, área que exerceu um papel pioneiro no Brasil. 

Na época, o produto era pouco conhecido no país, mas possuindo um alto valor de cota internacional em um mercado de cerca de 30 milhões de metros cúbicos anuais. Seus primeiros compradores eram Japão e Estados Unidos, países escandinavos e, em menor escala a França e a Itália. 

O contemplado do embarque inaugural das primeiras 40 mil toneladas de cavacos de pinus foi o navio nipônico Stella Dream, em março de 1993, assistido por diversas autoridades, como o então Governador do Amapá Comandante Anníbal Barcellos, a Cúpula Executiva do Grupo Caemi e representantes japoneses da empresa compradora do cavaco de pinus.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Amcel: Nasce no Sudeste, mas vem crescer no Norte do Brasil

Primeiros plantios de pinus, na década de 1970
Na tarde daquele dia 26 de agosto de 1976, um grupo de trabalhadores do setor de produção agrícola da Indústria e Comércio de Minérios Ltda (Icomi), realizaria uma assembléia acionária, onde seria constituída a Amapá Florestal e Celulose S/A (Amcel). O local escolhido para a sua constituição foi propício para os destinos que essa empresa teria nas décadas seguintes: a sede administrativa do Grupo CAEMI, no Rio de Janeiro (RJ). 

Segundo informações de trabalhadores presentes no momento, descreveram que aquela mais nova empresa do Grupo liderado pelo empresário paulista Augusto Trajano Antunes entraria no ramo da indústria e comércio de madeira e celulose, extraída de regiões produtivas do então Território Federal do Amapá. 

Com um capital inicial de menos de Cr$ 1 milhão de cruzeiros – divididos em ações nominais – sua 1ª diretoria ficou assim formada por apenas dois dirigentes: João Sérgio Marinho (Diretor-Presidente) e Israel Hirch Coslovsry (Diretor-Gerente). 

Em 1987, são retirados os primeiros pinus plantados
Suas atividades iniciaram no ano seguinte, mais precisamente em Porto Platon, um acampamento mantido pela mineradora ICOMI na localidade de Porto Grande, situada a 110 km de Macapá (AP), onde ali seria implantado um projeto voltado ao plantio de pinus nos campos cerrados amapaenses, quando até então, não consistia sob qualquer utilização econômica. 

Sua meta visava a formação de um maciço florestal de pinus de 80.000 hectares, no Território do Amapá, em uma área de cerca de 160.000 hectares, dentro de programas anuais de plantio de 7.000 hectares. 

Em primeiros passos, ainda em sua fase de pré-operações, a empresa esteve realizando atividades através de prestação de serviços, principalmente com empresas ligadas ao Grupo construído pelo Engenheiro industrial Augusto Trajano de Azevedo Antunes (refere-se ao Grupo Caemi). Seu quadro inicial possuía cerca de 100 funcionários. Nos princípios da década de 1980, empresas como a CODEPA (Companhia Dendê do Amapá), estiveram integrando o grupo acionário da Amcel, com um percentual de 16 a 25%. 

O Plantio e Cultivo Florestal
Esse trabalho foi procedido através de pesquisas sobre o solo e adubações para compensar a grande pobreza nutricional do solo, quando na época era utilizado o método de plantio e mecanização agrícola. 

No início, a derrubada dos pinus era manual.
Segundo relatórios do período, era tão grande o grau de desconhecimento sobre o solo do cerrado local, pois não havia paralelo em outra região com as mesmas características do projeto. 

As condições topográficas fizeram-se necessárias desde o início de seu cultivo comercial em 1977, onde houve o uso intensivo de mecanização em todas as etapas da operação florestal, resultando em maior eficiência e melhor controle das operações. 

Devido às orientações repassadas por técnicos da empresa (Amcel), que estavam diretamente envolvidos no projeto, ficou decidida apenas a ocupação dos platôs do cerrado, deixando intactos todos os baixios, matas de galeria, margens e nascentes dos rios, além de combate a incêndios e combate à caça, contribuindo decisivamente para preservação e o aumento da fauna silvestre na região. 

A Amcel modernizou a forma de produção de mudas em raiz nua, no preparo do solo e no plantio inteiramente mecanizado. Outra inovação, pioneira no país, foi a exploração mecanizada de árvores inteiras, com uso de equipamentos especiais, denominados “feller-bunchers, skaidders e guindastes florestais” com grande capacidade, com aproveitamento total da árvore e conseqüente redução de desperdícios. 

Em 11 de junho de 1979, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF) aprovou um projeto apresentado pela Amcel para o plantio de pinus em uma área de 2.000 hectares, situados no Território do Amapá, com recursos capitalizados do Fundo de Investimentos Setoriais (FISET) & Florestamento, através de sociedade em Conta de Participação. 

De acordo com o Balanço Anual da empresa, até os fins de dezembro de 1982, as florestas implantadas pela Amapá Florestal e Celulose S/A (Amcel) já totalizavam 34.830 hectares. Sendo que a implantação dos Projetos Amcel 04 e 05, em uma área de 3.750 hectares, com recursos diretos do FISET & Florestamento foram concluídos com sucesso. 

Em dezembro de 1984, a Amcel iniciou a implantação de um projeto de um banco clonal, que é um pomar de sementes geneticamente melhoradas, com material genético selecionado de suas melhores árvores, visando sua autosuficiência em sementes de pinus. 

Em 09 de janeiro de 1987, a Companhia iniciaria a exploração florestal de seus maciços mais antigos, plantados no ano de 1976. Parte dessa floresta cultivada (26.961 hectares de áreas divididos em 21 projetos) foi implantada com recursos do FISET. Começaria assim, o início da operação florestal da empresa, possibilitando a comercialização de 242.426 toneladas de madeira em toras por ano. 

(Continua ...)

Para o pleito 2016, Zona Eleitoral de Santana remaneja locais de votação

A 6ª Zona Eleitoral de Santana efetivou, ainda no início do mês, a agregação de 21 seções eleitorais, algumas delas em seções que pertencem a outros locais de votação. 

A medida terá o objetivo de eliminar provisoriamente seções com poucos eleitores, garantindo, assim, maior economia para os cofres públicos no pleito que se aproxima. 

Outra medida adotada pelo cartório de Santana foi à transferência de todas as seções eleitorais de algumas escolas para outras. Esta medida, segundo o chefe de cartório, Givanildo Ribeiro Quaresma, baseou-se em vistoria realizada em todas as escolas, no início do ano, momento no qual foi constatado que algumas delas não estariam em condições adequadas para servir como local de votação, porque estariam em reforma antes das eleições. 

Novos locais de votação
A Escola Estadual Fonte Nova receberá as seções 220 e 216, antes localizadas na Escola Municipal Padre Fúlvio Giulliano e Escola Estadual Antônio Januário Pereira, respectivamente. 

A sede do Centro da Juventude (Caju), bairro Nova Brasília, passará a ser local de votação de 126 eleitores que votam na seção 222, anteriormente localizada na Creche Mauro Cezar, bairro Nova União. As seções 221 e 147 do Centro Social Urbano Vitória Régia passam a funcionar na Escola Estadual Augusto Antunes. 

Os 197 eleitores da seção 215 e os 173 da seção 227, que antes votavam na Escola Estadual Ana Dias da Costa passam a votar na Escola Estadual Igarapé da Fortaleza. Enquanto isso a Escola Estadual Everaldo Vasconcelos recebe os votantes das seções 219 e 237 que votavam na Creche Municipal Adriele Ferreira da Silva, bairro Paraíso. 

A Escola Estadual São Paulo Apóstolo recebe os 2.609 eleitores das seções 70, 79, 89, 90, 91, 155, 180 e 206, que antes votavam na Escola Municipal Padre Ângelo Birachi, bairro Paraíso. Assim como a Escola Estadual Waldecy Corrêa que recebe os 1.486 eleitores das seções 134, 159, 193 e 204 da Escola Municipal Professora Maria Ilnah de Souza, bairro Provedor I. 

Seções Agregadas
As seções agregadas são aquelas com poucos eleitores e que foram absorvidas por outras (mas somente pra facilitar o trabalho e economizar custos, elas continuam seções diferentes). Elas estão distribuídas este ano da seguinte forma: 

Escola Estadual Alberto Santos Dumont (Elesbão) receberá a seção 0127 com 367 eleitores e a seção agregada de número 0235, com 53 Eleitores. A Escola P. G. Matão I recebe a seção 0118 com 182 eleitores e a sessão agregada de número 0168 referente à Associação dos Moradores dos produtores Rurais de Maçaranduba II – Apruma, com 15 Eleitores. 

A Escola Municipal Professora Maria Iranilde recebe a seção 0142 com 387 eleitores e a sessão agregada de número 0239, com 8 Eleitores. A Escola Estadual São Paulo Apóstolo recebe a seção 0218 com 297 eleitores e a sessão agregada de número 0238, com 8 Eleitores aptos. Totalizando 305 eleitores. 

A Escola Estadual Denise de Melo Vasconcelos recebe a seção 0212 com 199 eleitores e a sessão agregada de número 0230, com 128 Eleitores. A Escola Estadual Ana Dias da Costa recebe a seção 0215 com 197 eleitores e a sessão agregada de número 0227, com 173 Eleitores. 

A Escola Estadual Padre Simão Corridori recebe a seção 0213 com 296 eleitores e a sessão agregada de número 0236, com 81 Eleitores. A Creche Municipal Adriele Ferreira da Silva recebe a seção 0219 com 199 eleitores e a sessão agregada de número 0237, com 23 Eleitores aptos. 

Fonte: Ascom/TRE-AP

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Ato de protesto estudantil exige maior segurança em escolas de Santana

Centenas de estudantes participaram do ato
Centenas de estudantes de pelo menos sete escolas da rede pública estadual no município de Santana estiveram realizando na tarde desta segunda-feira (22/08), um ato de protesto, como forma de forma de demonstrarem suas revoltas pela falta de segurança nas instituições de ensino, tudo em razão pelo fato do Governo do Amapá ter tomado a decisão de não mais renovar contratos com empresas de vigilâncias que prestavam serviço nas referidas instituições. 

Organizado por professores e alunos, o ato partiu da Praça do bairro Fonte Nova, percorrendo diversas ruas e avenidas dos bairros Fonte Nova e Paraíso. 

“Estamos diante de um perigo que não tem qualquer tipo de segurança, e com certeza poderá acarretar em consequências mais graves se não protestarmos agora”, disse a estudante Keila Ferreira, da Escola Rodoval Borges, localizada no bairro Fonte Nova. 

De acordo com professores desta escola – Rodoval Borges – em menos de dez (10) dias já houve quatro furtos na instituição, de onde levaram equipamentos hidráulicos e até materiais de auxílio didático. 

“Já levaram lâmpadas, data-show, notebook, e até panelas da cozinha tiveram coragem de levar”, detalhou uma professora da escola, que preferiu não se identificar, com receio de represália superior. 

Reivindicações
Carregando cartazes, a classe de estudantes coloca à frente das reivindicações, cinco providências que devam ser tomadas de imediato pelo Poder Público, que são: 

A preservação da integridade física e do direito à vida no ambiente escolar; direito à educação de qualidade; o retorno permanente do serviço de vigilância; investigação e responsabilização do Poder Público Estadual pelos furtos ocorridos nas Escolas; e o ressarcimento do patrimônio público furtado. 

Entre essas exigências, a classe solicita a prioridade de pelo menos duas, como forma de amenizar o quadro negativo que se encontra a seguranças nas instituições. 

Um abaixo-assinado foi formalizado, que contou a assinaturas de centenas de moradores e estudantes que residem nos bairros Fonte Nova, Paraíso e Parque das Laranjeiras, sendo encaminhado ao Ministério Público Estadual, para que providências sejam tomadas sobre a situação. 

Em nota divulgada na semana passada, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) declarou que a questão da vigilância seria novamente tomada somente nas escolas de Macapá e Santana consideradas mais vulneráveis a casos de invasão, e que os serviços do Batalhão de Policiamento Escolar seria intensificada nas áreas escolas.

domingo, 21 de agosto de 2016

Ação Comunitária garantiu mais de 600 atendimentos

O bairro Fonte Nova, em Santana, foi o escolhido para receber o Projeto “Lucas”, uma ação social desenvolvida pela Igreja do Evangelho Quadrangular, voltada para o atendimento das pessoas carentes da cidade. 

Realizado há mais de seis anos, o Projeto oferece serviços e atendimentos médicos e socioeducativos, levando para as comunidades um pouco da solidariedade humana através de ações, em sua maioria, com serviços na área da saúde e do bem-estar. 

Na manhã deste sábado (20/08), mais de 10 tipos de serviços foram oferecidos para a comunidade santanense, que vão desde o atendimento com aferição de pressão a cortes de cabelo e manicure. 

“O projeto tem como uma de suas principais funções atender as necessidades dos mais desfavorecidos, que muitas vezes não conseguem um atendimento de imediato, quando tantos também se encontram nessa mesma situação”, explicou José Mercúrio, coordenador estadual do Projeto. 

Segundo Mercúrio, a ação é empenhada através da participação de profissionais voluntários, que aproveitam a ocasião para desenvolver seus trabalhos junto à comunidade. 

“Uma ação dessas não apenas leva atendimento para a população, mas também demonstra que o Evangelho está presente em forma desses atos”, disse. 

Serviços e Consultas
Centenas de pessoas que procuraram pela ação puderam não apenas conhecer os serviços oferecidos, como também prestigiaram por trabalhos educativos, utilizados constantemente na classe infantil. 

Além da produção artística de desenhos em face (rosto), houve momentos de recreação para as mais de 70 crianças presentes. 

“Se queres ver uma criança feliz, não dê apenas um brinquedo a ela, procure participar das brincadeiras junto com ela”, enfatizou um dos voluntários da ação. 

A área da saúde foi uma das mais procuradas, onde ofereciam exames de Febre Amarela, H1N1, HPV, Hepatite-B, Antitetânica, além da liberação outros testes fisiológicos e dezenas de encaminhamentos médicos concedidos. 

“Em alguns exames que distribuímos 20 fichas, chegamos a conceder mais de 40 exames numa única manhã”, pontuou Juliana Fernandes, uma das profissionais da saúde, envolvida na ação. 

Com mais de 180 registros de atendimentos, a área de enfermagem foi bastante solicitada pela comunidade, onde averiguação de pressão arterial e orientações de cuidados médicos foram repassados aos que procuravam a área. 

“Me sentir melhor atendida vindo a uma ação dessas do que ir ao posto de saúde e enfrentar tanta gente, e muitas vezes não sair satisfeita de uma consulta”, reconheceu a doméstica Aldalina Correia, que se deslocou do bairro Mutirão do Paraíso, ao tomar conhecimento da ação. 

Segundo a coordenação do Projeto “Lucas”, está prevista uma nova Ação Social do projeto no bairro Paraíso, com possível previsão para o próximo dia 23 de setembro.

sábado, 20 de agosto de 2016

Após 10 dias, normalizado o semáforo de trecho movimentado de Santana

Técnicos do STTrans consertando o semáforo
A Superintendência de Transporte e Trânsito (STTrans) realizou o conserto do semáforo localizado no cruzamento da Avenida Maria Colares com a Rua Salvador Diniz, no Centro do município. O equipamento apresentou problemas há 10 dias por causa de queda de energia. Durante o conserto, agentes de trânsito estiveram no local para controlar o tráfego. 

De acordo com o Diretor Administrativo da Sttrans, Alexandro Soares, foram as oscilações de energia, que posterior a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), que teriam desligado a rede elétrica da quadra onde funciona o semáforo, onde não se preocuparam com a suspensão da energia do equipamento, que ocasionou a queima de lâmpadas e da placa controladora do semáforo. 

Na semana passada, tão logo o problema foi registrado, a Sttrans se prontificou para solucioná-lo; mas necessitava que a CEA restabelecesse a energia na rede publica, para que o semáforo voltasse a funcionar e a sttrans pudesse fazer os reparos necessários. Ressaltamos que após uma semana, nesta sexta feira (dia 19), a CEA restabeleceu a energia para o equipamento. 

Logo a equipe de engenharia da STtrans veio solucionar os problemas deixado pela queda de energia. O trabalhando foi resolvido definitivamente na manhã deste sábado, 20/08, sendo que a equipe da sttrans teve que trocar as lâmpadas queimadas e adquirir uma nova caixa controladora semafórica. 

Após a execução dos trabalhos, os técnicos da STTRANS deixaram o semáforo funcionando normalmente, estabelecendo o disciplinamento do trânsito. 

Para o superintendente da STTRANS, Juraci Juca, os serviços de manutenção na sinalização da cidade é um trabalho minucioso e que tem sido feito constantemente pelo órgão municipal. 

"Estamos com as equipes de manutenção trabalhando em toda a cidade para mantermos as sinalizações vertical, horizontal e semafórica sempre em bom estado de conservação”.